“III SEMINÁRIO DE CIPA”

OS CIPEIROS DAS SETE CIDADES E DE TODOS OS SETORES FIZERAM ACONTECER O FANTÁSTICO “III SEMINÁRIO DE CIPA” DOS RODOVIÁRIOS DO GRANDE ABC…
A vida e a segurança física e mental dos trabalhadores (as)… Não tem preço!

Para mim foi uma honra estar um final de semana inteiro com meus companheiros e companheiras, discutindo e debatendo questões de saúde e segurança no trabalho. Organizar os rodoviários responsáveis pela CIPA de suas respectivas empresas é primordial para o bom andamento do dia-adia dos trabalhadores e de toda a categoria.
O cipeiro, ou a cipeira, é a ponte que liga o Sindicato a cada funcionário da empresa. É através dele ou dela que conhecemos os problemas e as questões que afetam a todos.
No final de semana de 05 e 06 de março, além de toda esta discussão proporcionada pelos organizadores, nós também vivenciamos a amizade, o respeito, a descontração, o lazer, as  brincadeiras, enfim, todo o carinho que cada um trouxe no coração para dividir com os presentes. Da parte técnica, tiramos vários tópicos de discussão que serão integrados na nossa luta e principalmente na campanha salarial/ 2016 de cada setor.
Agradeço de coração cada companheiro e companheira que participou deste evento.

A todos e todas, um grande abraço do Chicão!

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4ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES

Em maio, entre 10 e 13, vai acontecer a 4ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres e quem vai representar as mulheres no ramo de transporte e logística é a companheira Cleide. A indicação aconteceu na 4ª Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres, realizada em Atibaia. Cleide Tameirão está no terceiro mandato na diretoria do nosso Sindicato, é vice presidente do Curso de Promotoras Legais Populares de Santo André e coordena o Coletivo de Mulheres Rodoviárias do Grande ABC.

 

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GREVE NA AMBEV DURA 06 DIAS

Foram seis dias de greve para finalmente os trabalhadores da Monarca e Log 20 terem o mínimo de respeito em seus postos de trabalho. Estas empresas que até então oprimiam de todas as formas seus funcionários, tiveram a coragem de entrar com pedido de greve abusiva, mas o Juiz julgou a greve legal. Abusiva era a forma com que estas empresas estavam tratando seus funcionários.
Na audiência realizada em 17 de fevereiro, o Tribunal Regional do Trabalho decidiu a formação de uma comissão entre empresa, sindicato e trabalhadores e deu 15 dias para está comissão resolver a situação caótica que aos trabalhadores estão enfrentando.

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DEMISSÕES SUSPENSAS

Durante a greve, as empresas demitiram alguns funcionários, mas o TRT suspendeu estas demissões e ainda proibiu outras demissões durante o processo em que a Comissão esteja em trabalho. Se as empresas insistirem em demissões nestes quinze dias, elas irão arcar com uma multa de quinze mil reais por trabalhador dispensado.

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AMBEV – POR QUE PAROU!

A direção do Sindicato dos Rodoviários tentou de todas as formas solucionar os inúmeros problemas que os trabalhadores estavam enfrentando na Monarca e na Log 20. Porém, a cada dia notávamos que estas empresas aumentavam o desrespeito junto à categoria. Com a desculpa esfarrapada da “crise econômica”, a direção destas empresas humilhavam os trabalhadores que necessitam de seus empregos. Eles não estavam fornecendo o mínimo necessário para seus funcionários, como o EPI, o uniforme, a manutenção dos caminhões, falta do pagamento das horas extras, cobrança indevida de falta de mercadoria etc. Cada vez que alguém cobrava alguma coisa, eles puniam com advertências, suspensões e até justa causa, simplesmente mostrando a falta de capacidade de estarem nos cargos que ocupam. Os ajudantes estavam sendo sacrificados, as empresas colocavam um onde deveria ter dois. Os motoristas constantemente levavam advertências por ultrapassarem o mínimo de velocidade, o trabalho de cada dia se transformou em um verdadeiro inferno de humilhações.
Diante de tudo isto, mobilizar foi a forma de derrubar as intransigências e a ganância do setor patronal.

 

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NOVA SUBSEDE DE MAUÁ, RIBEIRÃO PIRES e RIO GRANDE DA SERRA

Para melhor atender a categoria rodoviária, foi inaugurada a nova subsede de Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra. A nova casa é bem maior e está instalada bem próxima da antiga de Mauá – na Rua Rio Branco, 506 C – Centro – Próximo ao Terminal Rodoviário. Além do quadro de diretores presentes todos os dias, a subsede conta com advogados, cabeleireiro, manicure, dentistas, psicóloga e massagista. Este foi mais um desejo antigo que foi cumprido nesta gestão. Parabéns companheirada por mais esta conquista e venha para a subsede, a segunda casa dos rodoviários de região.

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ATENÇÃO TRABALHADORES RODOVIÁRIOS DO SETOR DIFERENCIADO E COMÉRCIO.

Conforme decisão judicial no Proc. TRT2-SDI nº 00007145620155020000, foi autorizado o desconto da Contribuição Assistencial aprovada em assembleia geral da categoria profissional, para todos os trabalhadores sócios e não sócios do Sindicato, o que veio atender a necessidade desta entidade de classe para prover e custear os serviços nas diversas áreas, prestados à categoria, uma vez que todos os trabalhadores são beneficiados com as conquistas obtidas nas lutas, nas Negociações Coletivas e nos Dissídios Coletivos patrocinados pelo Sindicato. Embora essa contribuição represente um gesto de solidariedade entre sócios e não sócios, no custeio das atividades sindicais, fica democraticamente assegurado ao trabalhador que, mesmo assim não queira contribuir, fazer a sua oposição formal ao desconto, no prazo de 10 dias (de 11 a 20 de Janeiro/2016) no Sindicato (em horário comercial), com carta preenchida de próprio punho.

Convém lembrar aos companheiros que o nosso Sindicato não produz bens e não comercializa nada, desta forma, o bom atendimento e serviços que presta dependem exclusivamente das contribuições pagas pelos membros da categoria.

As contribuições pagas pela categoria se destinam a manter a sede do Sindicato, pagar aluguel das suas subsedes, arcar com a folha de pagamento dos funcionários, manter a estrutura  e bancar as campanhas salariais da data-base e, noutras épocas, custear os gastos com assessorias econômica, política, de comunicação e jurídica nas negociações coletivas e nos Dissídios Coletivos de Trabalho, além de outras despesas para bancar a luta diária na defesa de todos os trabalhadores, sejam sócios ou não do sindicato.

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